Olá amores, hoje é uma daquelas histórias enooormes, então pega um café e bora ler.
Não lembro se já comentei com vocês que adooooro cozinhar e comer mais ainda, dai vem a gordice da pessoa.
Não chego nem perto de ser uma cozinheira de forno e fogão, mas agrado direitinho. Tenho prazer em ir para cozinha preparar uma refeição (há quem diga que é coisa de Maria), fazer o que né, se me da prazer. Tenho lembranças das minhas primeiras revistas de culinária, foram da Maizena (recortava a parte de cima da caixa e trocava na banca de jornal), eu tinha dez anos.
Em seguida recebia pelos correios calendários com receitas.
Olha a data desses calendários
Esse foi meu primeiro livro de receitas, não recordo quem me deu (ganhei bem detonado), aprendi muita coisa nele.
O curioso é que quando solteira eu cozinhava o básico, casei aos 21 anos sem ter feito nem um bolo. Lembro que nos primeiros meses de casada contei para uma colega de trabalho. Ela perguntou: como assim nunca fez um bolo? Eu respondi: mas faço uma gelatina… (rsrsrs). Então ela pegou um caderninho e escreveu ali uma receita de bolo comum e foi o meu primeiro (não tenho mais o caderninho, que pena). Passei a colecionar recortes de embalagens e rótulos de alimentos com receitas e colava em agendas. via programas de tv (como aquele maravilhoso da Ofélia) e anotava as receitas.
Comprava jornais para guardar os selos que vinham e trocar por livros.
Tenho duas coleções com livros da Ofélia que também troquei (juntando selos de jornais).
Esse é ótimo, tem dicas e fotos maravilhosas.
Fora os comprados na Avon.
Tem também aqueles que você escreve para tal empresa e eles mandam pelos correios, ou você está em um supermercado e compra tantos produtos e ganha em brinde (livros ou revistas).
Hoje em dia ainda recebo essas.
Tem mais ou menos uns seis anos que jurei a mim (pelo menos tentei) que não compraria mais nenhum livro ou revista de culinária, mesmo por que, hoje em dia é só procurar na internet que se acha tudo. Passei a anotar o site ou blog, com a data e o nome da receita, mas agora nem isso, salvo no computador.
Eu disse pra vocês que não mostrei nem um terço do que tenho? E mais, nunca fiz nem 1% dessas receitas. Alguém aí vai perguntar: Andréa, porque não se desfaz? Não pergunta não, senão fico dimau, eles são uma parte da minha história. Não vendo, não dou e nem muito menos empresto (há uns quinze anos emprestei uma coleção inteira para uma colega de trabalho copiar, o tempo foi passando e a vida vai nos levando para outros caminhos, moral da história: perdi o contato com ela e também as revistas). Quer a receita? Eu anoto, imprimo, mas não empresto não.
Por que estou contando tudo isso para vocês? Primeiro foi uma forma de contar um pouquinho da minha história, segundo que há meses vejo nos blogs daszamigas um MARAVILHOSO livro de receitas, então a vontade começou a crescer e eis que essa semana não resisti.
Ele é lindo, tem uma lista de utensílios de cozinha, fala de temperos, de medidas… não tive tempo de ler as receitas ainda, só li por alto, mas prometo que assim que me encantar por alguma, faço e mostro aqui. Indico como um presente, se a pessoa gosta de cozinhar vai adorar, se não sabe, vai aprender. Depois de tudo isso, estou morta de fome, vou ali fazer o jantar.
Deixo claro que esse post não é um publieditorial, só falo das marcas e empresas, porque já usei todas e gostei. Não estou ganhando nada com isso.
Beijo grande e até a próxima!!!
Andréa Cabral